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Cidadania começa com o direito à informação.

A prática da cidadania pode ser a estratégia, por excelência, para a construção de uma sociedade melhor

Cidadania se confunde com a história das lutas pelos direitos humanos. Ela não é estática. Esteve e estará em permanente construção; é um referencial de conquista da humanidade, através daqueles que sempre lutaram e lutam por mais direitos, maior liberdade, melhores garantias individuais e coletivas garantidos pela Constituição Federal do Brasil.

 Não devemos também esquecer que existem no próprio Estado ou em outras instituições, pessoas que não desistem de privilégios, de opressão e de injustiças contra uma maioria desassistida e que não se consegue fazer ouvir.

Exatamente por que se lhe negam a cidadania plena cuja conquista, ainda que tardia, não será cerceada. Ao homem médio, conhecedor de seus direitos, ser cidadão é ter consciência de que é possuidor dos direitos e garantias individuais previstos na nossa Carta Magna, como por exemplo: direitos à vida, à liberdade, à propriedade, à igualdade, enfim, direitos civis, políticos e sociais.

Por outro lado, cidadania pressupõe também deveres.

O cidadão tem que ter consciência de suas responsabilidades enquanto parte integrante de um grande e complexo organismo que é a coletividade (Nação e Estado), que para ter um bom funcionamento, todos os cidadãos têm de dar sua parcela de contribuição. Somente assim se chega ao objetivo final, coletivo: a justiça em seu sentido mais amplo, ou seja, o bem comum.

No Brasil, se confunde cidadania com direito do voto, o que não é verdade, já que a cidadania é o conhecimento que o cidadão tem de seus direitos e obrigações. Já o direito à voto independe de ter conhecimento ou não.

É comum em campanhas eleitorais, ser explorado o “slogan” – “exerça sua cidadania” -, e, desta forma, os menos cultos acabam acreditando que ser cidadão é ter o direito ao voto, mas, o Elo Social, através do curso “Agente do Mérito do Elo Social” prepara os cidadãos, independente do grau de instrução, tendências partidárias, ou crença religiosa, para exercerem verdadeiramente seu poder de cidadania com a distribuição de representações, “impeachment” e ajuizamentos de ações civis públicas, mandados de segurança coletivo, ações populares, habeas data, mandado de injunção e outras tantas ferramentas que nossa Carta Magna permite fazer uso.

 
     

 

Movimento Passando o Brasil a Limpo Ouvidoria