Aprovada a realização de Cerimônias para Lideranças Cristãs serem Laureadas, Aclamadas e Diplomadas como Comendadoras da Ordem do Mérito do Elo Social
- webelosocial
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A História do Cristianismo no Brasil:
Do Altar à Soberania Social
1. O Período Colonial e a Hegemonia Católica (1500 – 1824)
O cristianismo chegou ao Brasil como um projeto de Estado. A cruz e a espada caminhavam juntas.
A Primeira Missa (1500): O ato inaugural do Brasil foi uma celebração cristã, estabelecendo que a fé católica seria a religião oficial da Coroa Portuguesa.
Os Jesuítas: A chegada da Companhia de Jesus (1549), liderada por Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, focou na catequização dos indígenas e na criação de colégios. Eles foram os primeiros grandes educadores e articuladores sociais do país.
A Inquisição e as Matrizes: Nesse período, o cristianismo era impositivo. Isso forçou o surgimento do sincretismo, onde as matrizes africanas e indígenas tiveram que "vestir" santos católicos para sobreviver, criando uma identidade cristã brasileira única.
2. O Império e a Liberdade Restrita (1822 – 1889)
Com a independência, o Catolicismo continuou sendo a religião oficial (Regime de Padroado), mas as primeiras brechas para o protestantismo surgiram.
Protestantismo de Imigração: Com a chegada de europeus (alemães e suíços), surgiram as igrejas Luterana e Anglicana. Elas eram permitidas, desde que seus templos não tivessem aparência de igreja (sem torres ou sinos).
Protestantismo de Missão (Século XIX): Chegam os Batistas, Presbiterianos e Metodistas americanos, focando na educação e na classe média urbana.
3. A República e a Explosão Pentecostal (1889 – Presente)
A Proclamação da República separou o Estado da Igreja, permitindo que o cristianismo se diversificasse drasticamente.
A 1ª Onda (Pentecostalismo Clássico - 1910): Surgem a Congregação Cristã no Brasil (1910) e a Assembleia de Deus (1911). O foco era o "batismo no Espírito Santo" e uma vida de santidade rígida. Foi o início da cristianização das massas populares.
A 2ª Onda (Anos 50/60): Focada na cura divina e no uso do rádio. Surgem a Igreja Quadrangular e O Brasil para Cristo.
A 3ª Onda (Neopentecostalismo - Anos 70/80): Surgem a Igreja Universal do Reino de Deus e, posteriormente, a Renascer em Cristo. Aqui o foco muda para a "Teologia da Prosperidade", a guerra espiritual e a ocupação de espaços de poder na mídia e na política.
4. O Cenário Atual: A Força Institucional e Social
Hoje, o cristianismo no Brasil não é apenas uma crença, é uma força motriz econômica e política.
O Brasil é o maior país católico do mundo, mas o crescimento evangélico é o fenômeno sociológico mais rápido da história moderna.
Articulação: As igrejas hoje atuam onde o Estado muitas vezes falha, operando na recuperação de dependentes químicos, assistência social e educação — áreas que o Elo Social domina com maestria técnica.
Da Invasão política no mundo religioso:
É uma crescente interferência mútua entre atores políticos e instituições religiosas, seja na busca por influência eleitoral, na definição de políticas públicas com base em preceitos morais religiosos ou no uso da religião como pretexto para perseguição política em regimes autoritários.
No Brasil: No contexto brasileiro, essa "invasão" ou intersecção tem se manifestado de diversas formas, especialmente após a redemocratização e o crescimento do segmento evangélico na sociedade.
Influência no Legislativo e Executivo: Líderes religiosos, majoritariamente evangélicos, têm buscado ativamente cargos políticos, formando bancadas expressivas no Congresso Nacional. O objetivo vai além de proteger interesses religiosos, estendendo-se para a tentativa de pautar a moralidade para toda a sociedade através de políticas públicas, o que pode gerar impasses com o princípio do Estado laico.
Base Eleitoral: A fé tem um peso significativo nas escolhas eleitorais. Candidatos buscam o apoio de grandes lideranças religiosas que, por sua vez, têm grande capacidade de comunicação e influência sobre o voto de seus fiéis.
Consequências Sociais: A ascensão de ideais conservadores no meio político, impulsionada por grupos religiosos, tem gerado debates e, em alguns casos, dificultado o avanço de políticas públicas para minorias sociais, como a população LGBTQIA+, mulheres e povos indígenas.
No Mundo: Globalmente, a relação entre política e religião pode assumir contornos mais drásticos:
Perseguição Religiosa: Em países autoritários ou com regimes ditadores (onde as ações políticas e jurídicas são submetidas às normas ditadas), a liberdade religiosa é frequentemente restringida. Nesses locais, a política usa a religião como justificativa para a perseguição de grupos minoritários, com prisões, restrições de culto e violência.
Instrumento de Poder: Em vez de conflitos puramente religiosos, muitas vezes ocorrem conflitos políticos e econômicos nos quais a religião é utilizada como pretexto ou arma política para mobilizar a população e legitimar o poder.
A discussão central reside na necessidade de equilibrar a liberdade religiosa individual e a participação de cidadãos religiosos na política, com a preservação do Estado laico, que deve garantir a neutralidade em assuntos de fé e proteger a diversidade e os direitos de todos os cidadãos, independentemente de suas crenças.
Da verdadeira valorização dos Líderes Religiosos:
A CESB – Confederação do Elo Social Brasil entende a real importância dos líderes religiosos, quer em atividades legislativas ou a frente de obras sociais, religiosas ou não religiosas.
Todos os segmentos, sejam eles religiosos ou políticos, temos pessoas realmente comprometidas com a política social e o bem-estar da humanidade e outras não tão comprometidas que fazem uso da prática para obterem vantagens pessoais ou financeira não só para si como para amigos e parentes.
Pensando nisto a CESB – Confederação do Elo Social Brasil através da Ordem do Mérito do Elo Social, criou uma certificação especifica atraves da qual está aclamando líderes religiosos políticos ou não políticos que realmente tenham relevantes trabalhos prestados a sociedade com o título de Comendador(a) da Ordem do Mérito do Elo Social.

Da UNIVIVE - Universidade Vivencial do Elo Social
Também pensando em destacar líderes religiosos que verdadeiramente estão comprometidos com os preceitos bíblicos a abrirem espaço nos seus templos religiosos para implantação a todos os seus fiéis e a comunidade onde estão localizados do sistema de Cursos Vivenciais ministrados gratuitamente pela UNIVIVE.
O Elo Social entende que ouve a nível mundial uma "queda generalizada na qualidade do ser humano" fato que no Brasil foi mais acentuada, e não envolveu, apenas uma minoria, e sim toda população independente de condições financeiras ou grau de escolaridade.
O reflexo desta queda afetou a todos nós, inclusive nossos governantes nas esferas do Executivo, Legislativo e Judiciário e nisto podemos incluir também nossos educadores e sendo assim, ficamos sem ponto de partida, ou seja, se tudo deveria iniciar pela educação, mas a educação também está precisando ser reestruturada, acabamos ficando sem um ponto de partida.
Da maior universidade do mundo:
Se analisarmos fisicamente a sedes dos templos religiosos em todo território nacional, independente de credo, perceberemos facilmente estarmos diante da maior universidade do mundo e o que é melhor legalmente “sem qualquer vínculo governamental”.
São estruturas que na maior parte do tempo ficam ociosas, visto que utilizam o espaço em média 3 (três) vezes por semana por um período médio também de 2:00 (duas) a 4:00 (quatro) horas.










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