O Elo Social Brasil foi o instituidor do Provão para cargos legislativos no País

Atualizado: Abr 2


Durante muitos anos, o Legislativo brasileiro foi imperado por parlamentares analfabetos. É evidente que a iniciativa do Provão jamais partiria de um parlamentar, afinal, sempre se valeram dos chamados “puxadores de votos”, que tinham contato direto com a comunidade e acabavam também sendo votados e eleitos.

Foi em julho do ano de 2000, que, eu Jomateleno dos Santos Teixeira, enquanto diretor presidente do Elo Social, após estudar atentamente o código eleitoral, percebi que o mesmo não estava sendo cumprido na sua inteireza, e, marquei na capital de São Paulo o primeiro “Provão para cargos legislativos”.

Devido a omissão dos tribunais eleitorais, a prova teria de ser aplicada pela instituição Elo Social, que, para tal alugou o ginásio do Anhembi. E, como já era esperado, houve um número ínfimo de inscritos, consequentemente, a prova foi cancelada, acompanhe na matéria abaixo:

Mesmo com o cancelamento do Provão, o Tribunal Eleitoral intimado pela iniciativa para efeitos de fiscalização, achou por bem entender e acatar o pleito do Elo Social para as eleições posteriores.


O resultado do movimento do Elo Social segue com histórico de persistência e vitórias que beneficiam diretamente milhares de brasileiros.

Até o presente momento, essas provas continuam sendo aplicadas para o ingresso no Legislativo, infelizmente, não como o Projeto do Elo Social propôs na íntegra, pois, um dos requisitos, além de saber ler e escrever, seria a realização de uma avaliação escrita com 30% do conteúdo sobre a Constituição Federal e 30% sobre a Constituição Estadual, essas com direito a consulta, e, para os vereadores, mais 40% de questões sobre a Lei Orgânica do Município.

Ainda faria parte da avaliação, a elaboração de uma redação sobre o que é um Projeto de Lei, o que é uma ação civil pública, ou, o que é improbidade administrativa, ficando o tema a critério do candidato.

Essa é mais uma matéria para aqueles que duvidam da força que tem a cidadania em nosso país, e, é por esse motivo que afirmamos: “Não existe governo ruim para o povo que conhece os seus direitos”.

Artigo: Jomateleno dos Santos Teixeira

Revisão: Jornalista Jaqueline Baltokoski de Meneses MTB0008815/PR


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