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Geraldo Faustino é indicado a ocupar cargo de Embaixador Nacional da Cooperiner


Geraldo Rufino – Um exemplo de superação.


A volta por cima de alguém que sobrevivia como catador no lixão

Uma prova de superação, Geraldo Rufino foi “catador em lixão” e hoje é dono da maior recicladora de veículos da américa latina.


Não poderíamos ter uma referência melhor para COOPERINER do que a trajetória de Geraldo, que venceu todas as barreiras quando abriu sua mente e tornou-se um empreendedor. Ele é a prova viva que “estar catador” é uma opção, não uma realização.


O sonho tem que continuar, porém, não podemos sonhar pelas pessoas. O que podemos fazer é qualificá-las para que tenham um futuro melhor, e é exatamente isso que o Sistema INER de resíduos sólidos está proporcionando hoje aos “catadores” através das COOPERINERs.




Reconhecemos não ser uma tarefa fácil, mas Rufino é prova de que não é impossível e, sendo assim, compramos o desafio:


Primeiramente fazer com que os “catadores” voltem a sonhar, e depois disso partir para nosso próximo passo, que será transformar aquilo que eles entendiam como sendo um ponto final em suas vidas, em apenas uma vírgula, e ai ficará muito mais fácil caminharmos juntos em prol de um futuro mais promissor, já que todos nós temos capacidade de sermos melhores do que somos.


A indicação para que Geraldo Rufino, seja condecorado com o título de Embaixador do Elo Social Brasil pelo programa Cooperiner e assim passando a representar todos os catadores do território nacional, foi feita pelo também Embaixador do Elo Social Brasil Senhor Roberto Reis, que acompanha a história Geraldo Rufino a muito anos.

Segundo Geraldo Rufino é um ser humano diferenciado e ele já teve a oportunidade de em junho de 2020, desejar boa sorte a todos os integrantes do sistema Cooperiner do Brasil.


Cabe agora ao Conselho da Ordem do Mérito do Elo Social, analisar o Curriculum de Geraldo Faustino e de decidir se ela será ou não aclamado como Embaixador da Ordem do Mérito do Elo Social Brasil do Sistema Coopeiner.


VIDA DE GERALDO FAUTINO


Geraldo Rufino nasceu no interior de Minas Gerais, mas mudou-se com sua família para a casa de uma tia em São Paulo aos quatro anos. Isso aconteceu devido a uma geada que queimou toda a plantação de café de sua família.

Assim que chegou a São Paulo, ouvia dizer que aquele era um período ruim e o país estava em crise. Mas Rufino ainda era criança e não sabia o real significado disso, o que fez com que ele abolisse essa palavra de seu vocabulário.

Segundo Rufino, você tem de ser o responsável por desenvolver oportunidades, novas ideias e negócios. Afinal, o dinheiro não vai sair do mercado, vai apenas mudar de mãos.

Nesse tempo, ele se defrontou com a morte de sua mãe. Com isso, teve que começar a trabalhar em minas de carvão para ajudar seu pai nas despesas de casa. Em seguida, começou a trabalhar também em um lixão, catando latinhas para reciclagem.

Neste momento, surge sua primeira grande ideia empreendedora: Para ganhar produtividade e conseguir recolher de forma mais fácil o que encontrava lá, ele começou a fazer carrinhos de mão. A ideia deu tão certo, que, nos finais de semana, ele os alugava para outros meninos.

Dessa forma, ele e seu irmão começaram a juntar o dinheiro em um terreno baldio, mas aí veio a sua primeira quebra: o terreno foi limpo e eles perderam todas as economias realizadas. Logo em seguida veio a sua segunda quebra: Geraldo foi ajudar seu pai a pagar algumas contas do bar. Isso fez com que o boteco que ele tinha aberto com o irmão falisse.

O próximo passo encontrado foi trabalhar de carteira assinada como office-boy. Aos 13 anos, trabalhava 12 horas por dia, tinha grande empenho, dedicação e uma busca incessante em se desenvolver, a fim de abrir seu próprio negócio. Ele sempre teve em mente o que queria de cada empreendimento, e sabia também que a persistência e o trabalho seriam o caminho para ele alcançar o que desejava.


Início da JR Diesel


Todo dinheiro guardado de suas economias e do seu trabalho foi investido na área de transportes. As coisas iam crescendo, e Rufino conseguiu criar uma frota que já chegava a cinco caminhões, até o momento em que ocorreu um acidente e acabou destruindo todos os caminhões.

E aí, depois de quebrar novamente, qual seria a solução? Rufino e seu irmão não se abalaram, tiveram a ideia de criar um desmanche com esses caminhões, o que poderia ser uma oportunidade lucrativa, já que vender as peças, separadamente, podia ser muito mais rentável do que vendê-las juntas, num veículo pronto.

Assim, iniciava-se a tão famosa JR Diesel, mas Rufino tinha uma pulga atrás da orelha! Ele acreditava que esse setor de desmanches era um lugar sujo e com peças velhas. Diante desse cenário, ele então procurava soluções para alterar esse aspecto do ponto de vista dos clientes. Era incontestável que o setor precisava de melhorias. Dessa maneira, Rufino optou por priorizar a qualidade, a limpeza e a organização do ambiente de trabalho. Tudo isso aliado as a inovações no setor.

Com isso, os resultados começaram a aparecer rápido, mas os irmãos resolveram finalizar a sociedade. Isso fez com que Rufino tivesse que se reorganizar para fazer a empresa crescer novamente.

Junto a isso, um de seus grandes contratos era estrangeiro, e o rompimento desse acordo fez com que a JR Diesel quebrasse novamente. Porém, Rufino tinha grande credibilidade e conseguiu fazer bons acordos para realizar os pagamentos.

Após quebrar seis vezes, ele enxergou só oportunidades e fez com que a JR Diesel se tornasse uma das maiores empresas do mundo no seu setor, faturando hoje cerca de R$ 50 milhões brutos anuais.


Lições Empreendedoras


“A força do empreendedorismo começa dentro de casa, a sensação de união, de equipe, de time. Pega mentoria, pega orientação, pega informação da mãe, do pai. Olha o que essas pessoas já viveram! Isso não tem em universidade nenhuma. Você precisa aprender a ouvir para evoluir.” Geraldo Rufino


Sobre a pandemia, Rufino lembra que “as crises sempre existiram e nunca deixarão de existir, porque, se não tiver crise, não tem mudança, não tem evolução”. Mas, segundo ele, “tem muita gente olhando para o estrume, mas tem de prestar atenção no cavalo. Agora tem mais oportunidade do que antes”.

Para ele, os tempos não estão mais difíceis, estão diferentes. “É preciso parar de pensar negativo, de pensar que para o outro é mais fácil. Não terceirize a culpa: o governo, a pandemia, o dólar. Quantos motivos você precisa para não acreditar em você e empreender?”


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