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kelmon Luís da Silva Souza, (Padre Kelmon) foi indicado aprovado e será Laureado, Aclamado e Diplomado como Comendador da Ordem do Mérito do Elo Social.


kelmon Luís da Silva Souza, Padre Kelmo), foi indicado, aprovado e será Laureado, Aclamado e Diplomado como Comendador da Ordem do Mérito do Elo Social  em grau de Comendum/Adeptus 


Padre Kelmon é (nascido em 1976, Salvador-BA), é um líder religioso e político brasileiro de orientação conservadora, notório por se candidatar à presidência pelo PTB em 2022 após a inabilitação de Roberto Jefferson.


Autoidentificado como sacerdote ortodoxo, sua trajetória envolve liderança em grupos de jovens, fundação do Movimento Cristão Conservador Latino-Americano (MECCLA)


Principais aspectos da vida e trajetória:

Formação e Religiosidade: Embora tenha tido formação inicial na Igreja Católica Romana e passado por seminários, consolidou sua trajetória na tradição da Igreja Ortodoxa, atuando na Ilha de Maré, na Bahia. No entanto, a CNBB e outras denominações ortodoxas declararam que ele não faz parte de seus quadros oficiais.

Carreira Política: Filiou-se ao PT em 2002, com vínculo encerrado em 2009, antes de se tornar figura do campo da direita e conservador. Assumiu a candidatura à presidência pelo PTB em 2022, destacando-se por pautas como defesa da família, Pró-Vida e combate à esquerda.



Padre Kelmon: da militância religiosa ao cenário político nacional

Nos últimos anos, o nome de Padre Kelmon ganhou notoriedade no cenário político brasileiro, especialmente após sua participação nas eleições presidenciais de 2022 e sua posterior atuação em movimentos políticos e religiosos que buscam unir fé, valores conservadores e participação cívica.

Sua trajetória mistura religião, ativismo ideológico e política, tornando-o uma figura frequentemente debatida na mídia e nas redes sociais.


Origem, identidade e formação

O religioso e político brasileiro Kelmon Luís da Silva Souza, conhecido publicamente como Padre Kelmon, nasceu em 1976 na cidade de Salvador, capital da Bahia.

Sua formação religiosa começou ainda jovem dentro do catolicismo, tendo passado por seminários e formação religiosa tradicional antes de trilhar um caminho que posteriormente o levaria à tradição ortodoxa.

Em 2003, Kelmon passou a atuar como sacerdote ligado à Igreja Ortodoxa do Peru no Brasil, exercendo atividades religiosas e sociais. Durante esse período, envolveu-se em diferentes projetos de assistência social, incluindo:

apoio espiritual e social a presidiários

assistência a comunidades quilombolas

participação em projetos comunitários voltados a populações vulneráveis

Essas ações contribuíram para consolidar sua imagem como líder religioso engajado em causas sociais e comunitárias.



Questionamentos e controvérsias religiosas

Apesar de sua atuação como sacerdote, a legitimidade de sua ordenação foi alvo de questionamentos por parte de representantes da comunhão ortodoxa reconhecida no Brasil, que afirmaram não reconhecer oficialmente sua posição sacerdotal dentro da estrutura tradicional da ortodoxia.

Kelmon, por sua vez, afirma possuir documentos de ordenação datados de 2015, sustentando a legitimidade de sua posição religiosa e de seu ministério espiritual.

Esse debate gerou repercussão pública, sobretudo após sua entrada no cenário político nacional.



Origem religiosa e atuação institucional

Padre Kelmon tornou-se conhecido inicialmente por sua atuação no meio religioso e por sua participação em organizações de caráter espiritual e social. Entre essas iniciativas está a Associação Theotokos, organização registrada que declara atuar em atividades de organizações religiosas, filosóficas e também em associações de defesa de direitos sociais.

A entidade surgiu com a proposta de promover valores ligados à tradição cristã, à espiritualidade e à defesa de princípios considerados fundamentais por setores conservadores da sociedade, como:

valorização da família

liberdade religiosa

preservação da identidade cristã

participação da fé na vida pública

Dentro desse contexto institucional, Kelmon assumiu papel de liderança, sendo considerado o primeiro presidente da Associação Theotokos, posição que reforçou sua presença no debate público sobre religião e política no Brasil.

Movimento conservador e articulação política

Entre suas iniciativas no campo ideológico e político, Padre Kelmon também se destacou como fundador do Movimento Cristão Conservador Latino-Americano (MECCLA).

O movimento surgiu com a proposta de articular lideranças religiosas, políticas e sociais da América Latina em torno de pautas consideradas conservadoras, como:

defesa da família tradicional

valorização da fé cristã na vida pública

combate ao que classificam como perseguição religiosa

fortalecimento de valores morais e espirituais na sociedade

Essa atuação consolidou sua presença em círculos conservadores e ampliou sua visibilidade política.

Histórico político e trajetória partidária

Embora tenha se tornado conhecido nacionalmente como figura associada ao conservadorismo político, Padre Kelmon teve um histórico partidário diverso.

Em períodos anteriores de sua trajetória política, ele chegou a ser filiado ao Partido dos Trabalhadores, antes de migrar para partidos alinhados a pautas mais conservadoras.

Durante o período da pandemia de COVID-19, também foi registrado como beneficiário do auxílio emergencial, programa criado pelo governo brasileiro para apoiar cidadãos durante a crise sanitária e econômica.

Esses fatos foram amplamente debatidos na mídia durante sua candidatura presidencial.



Ascensão nacional na política

A grande projeção nacional de Padre Kelmon ocorreu durante as eleições presidenciais de 2022.

Inicialmente, ele era candidato a vice-presidente na chapa do então presidente do PTB, Roberto Jefferson. Entretanto, após o indeferimento da candidatura de Jefferson pela Justiça Eleitoral, Kelmon foi escolhido como candidato à Presidência da República em 1º de setembro de 2022, tendo como vice o pastor Luiz Cláudio Gamonal.

Durante a campanha, o plano de governo apresentado manteve as diretrizes originais elaboradas por Jefferson, destacando propostas como:

valorização de Deus, da família e da liberdade

fortalecimento de pautas conservadoras

intensificação de privatizações

convocação de uma nova Assembleia Constituinte

redução da carga tributária

fim da estabilidade para servidores públicos

criminalização da chamada “cristofobia”

oposição à legalização e comercialização da maconha

Essas propostas refletiam uma visão política baseada em princípios religiosos e em um modelo de Estado alinhado ao conservadorismo moral.

Participação nos debates presidenciais

A participação de Padre Kelmon nos debates televisivos foi um dos momentos mais comentados da campanha eleitoral.

No debate realizado pelo Sistema Brasileiro de Televisão, em setembro de 2022, o candidato chamou atenção ao defender posições conservadoras e elogiar publicamente o então presidente Jair Bolsonaro, assumindo postura considerada por analistas como aliada ao governo.

Durante o debate promovido pela TV Globo, Kelmon protagonizou uma discussão com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que o chamou de:

“impostor”

“candidato laranja”

“fariseu”

O episódio gerou grande repercussão nas redes sociais e na imprensa.

Também houve troca de acusações com a senadora Soraya Thronicke, que o chamou ironicamente de “padre de festa junina”, expressão que rapidamente se transformou em meme político durante a campanha.

Além disso, o mediador do debate, William Bonner, precisou adverti-lo diversas vezes devido às constantes interrupções às falas dos outros candidatos.

Repercussão pública e impacto eleitoral

Após os debates, a figura de Padre Kelmon tornou-se viral na internet, sendo frequentemente comparado ao candidato Cabo Daciolo, que também ganhou notoriedade nas eleições presidenciais de 2018 por discursos religiosos e estilo retórico marcante.

Pesquisas indicaram aumento no índice de rejeição entre os eleitores após sua participação nos debates, refletindo a forte polarização política que marcou o processo eleitoral brasileiro.

Mesmo assim, sua candidatura contribuiu para ampliar o debate sobre o papel de lideranças religiosas na política nacional.

Pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo

Em janeiro de 2024, Padre Kelmon anunciou sua pré-candidatura à Prefeitura de São Paulo, defendendo a necessidade de renovação política na maior cidade do país.

A proposta inicial previa a seguinte chapa:

Padre Kelmon — candidato a prefeito

Pastor Manoel Lopes Ferreira Junior — candidato a vice

A composição foi apresentada como símbolo da união entre vertentes do cristianismo, buscando representar valores cristãos na administração pública e ampliar o debate sobre moralidade, justiça social e liberdade religiosa na política municipal.

Fé, política e identidade pública

A trajetória de Padre Kelmon evidencia um fenômeno cada vez mais presente no Brasil contemporâneo: a interseção entre religião e política.

Sua atuação mobiliza discursos que buscam:

resgatar valores cristãos na esfera pública

defender princípios conservadores

incentivar a participação de líderes religiosos na política

Independentemente das posições favoráveis ou críticas, sua presença no cenário político demonstra o peso crescente da religiosidade no debate democrático brasileiro.

Reflexão final

A figura de Padre Kelmon simboliza um momento de transformação no campo político nacional, em que líderes religiosos passam a ocupar espaço direto nas disputas eleitorais.

Para alguns, trata-se de uma defesa legítima da fé e dos valores tradicionais. Para outros, levanta debates importantes sobre os limites entre religião e Estado.

De toda forma, sua trajetória revela como o Brasil continua sendo um país onde espiritualidade, política e identidade cultural caminham lado a lado na construção da história contemporânea.

Chancelaria e Reflexão Institucional

“Quando a fé dialoga com a sociedade e a política, nasce um espaço de responsabilidade moral e espiritual. O líder que carrega princípios deve lembrar que o poder só tem sentido quando serve ao povo, à justiça e à verdade.”

A presença de líderes religiosos no debate público revela o desejo de muitos brasileiros de ver valores espirituais influenciando decisões que moldam o futuro da nação.

Assim, a política não deve ser apenas um campo de disputas ideológicas, mas também um espaço de consciência, ética e serviço ao próximo.

Chancelaria

Comendadora | Pastora | Diretora Executiva da Rede Adonai

Neila Alencar


DA INDICAÇÃO


A iniciativa partiu da Comendadora e Pastora Neila Alencar que é , uma mulher guiada por um chamado que vai além do púlpito.



Neila Alencar vive um chamado que transcende palavras: ser instrumento de Deus para curar, restaurar e transformar vidas.

Pastora do Majestoso YHWH, levantada por Sua infinita misericórdia, dedica sua caminhada à proclamação da Palavra e à manifestação viva do amor de Deus, anunciando libertação aos cativos, cura aos quebrantados de coração e esperança àqueles que a sociedade muitas vezes esqueceu.


Sua fé não se limita ao altar — ela se revela no cuidado com vidas, na compaixão pelos feridos da alma e em ações concretas que restauram dignidade, reacendem sonhos e devolvem propósito àqueles que perderam forças para continuar.

Convicta de que o ser humano precisa ser restaurado em sua totalidade — espírito, alma e corpo, Neila Alencar desenvolve uma missão integral que une evangelização, ministração de cura, mentoreamento emocional e ações de assistência social, tornando-se canal de provisão, restauração e transformação na vida de muitos.

Seu ministério carrega um propósito claro e inegociável: levantar os caídos, fortalecer os cansados e reacender a chama da esperança onde parecia não existir mais saída.

Assim, sua trajetória se torna testemunho vivo de que quando o Majestoso YHWH levanta alguém para cumprir um propósito, vidas são restauradas, destinos são realinhados e histórias são reescritas pela graça.

Saiba mais Comendadora | Pastora Neila Alencar (Saiba mais a respeito de Neila)


MISSIONARIA E COMENDADORA NEILA ALENCAR

 TAMBEM É COMPOSITORA



DO ENCAMINHAMENTO PARA A APROVAÇÃO:


A referida indicação foi encaminhada ao Comendador Roberto da Silva Reis, diretor presidente da CNCCS - Comissão Nacional de Certificação de Comprometimento Social que providenciou a sua aprovação.


Da aprovação:

Com o aprovação, o agora Comendador kelmon Luís da Silva Souza, passa a ser representante dos Projetos da Ordem do Mérito do Elo Social, tanto no Brasil quanto em qualquer país que o mesmo mantenha relações diplomáticas, na qualidade de Comendador, no Grau de "Comendum/Adeptus"  Titulo nº 1.xxx   datado de xx/xx/2026prenotado no Livro de Honrarias nº 13,







RELAÇÃO DE PROJETOS - ELO SOCIAL








 
 
 

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